Especial – Os Melhores Álbuns Internacionais De 2015

É chegada a hora de por na roda os dez discos gringos que mais ouvimos no Pequenos Clássicos Perdidos no ano que se foi há pouco menos de um mês, também conhecido como 2015.

Em comparação às listas de outros anos e mesmo à última de álbuns nacionais essa ‘parada musical’ está bem homogênea, talvez até chata para alguns, mas de uma forma geral o ano passado foi regido por guitarras aqui, então…tome riffs!

Quando fui escolher os dez discos que compõem a lista, houve um enorme problema: por mais que eu tentasse, o número final era sempre onze. Eu espremi, espremi de novo, mas não sei trabalhar com a lógica e muito menos seguir regras imaginárias ou padrões inexistentes, então a porra da lista de dez tem onze álbuns, ok?

Dito isso, abaixo estão os DEZ (risos) mais do PCP em 2015. Que venha 2016!

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Damon & Naomi – Fortune

Definitivamente um dos mais belos trabalhos de Damon & Naomi, Fortune é uma peça delicada e introspectiva, feita sob medida para aqueles que não temem a força – por vezes devastadora – das emoções humanas. (Leia mais)

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Static Daydream – Static Daydream

Em meio à enxurrada de lançamentos de shoegaze e afins que pipocam dia a dia pela rede, este definitivamente merece atenção. Então separe 47 minutos de seu dia, aperte o play e perceba a diferença entre quem mergulha fundo e quem flutua na superfície. (Leia mais)

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A Place To Bury Strangers – Transfixiation


…o disco é uma surra constante nos ouvidos, mas os demônios são soltos de uma vez nas três últimas faixas do álbum. Seus 10 minutos finais são a prova de que ninguém toca mais alto e é mais caótico que os nova-iorquinos no atual cenário do rock lado B. (Leia mais)

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Eternal Summers – Gold And Stone

o acento onírico está mais agudo e mesmo nos momentos com um punch maior a impressão é de que há algo de melancólico nas composições do grupo. Talvez eles estejam ouvindo mais Sundays e menos Breeders…mas constatações e suposições à parte Gold and stone é Eternal Summers sem tirar nem por, e sendo assim é deliciosamente pop.(Leia mais)

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Wavves X Cloud Nothings – No Life For Me

Como herdeiros diretos do rock alternativo dos anos 90 que são, Baldi e Williams criaram aqui uma verdadeira homenagem às sua influências, guiada por guitarras altas e distorcidas, cozinha simples e canções diretas e curtas. (Leia mais)

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METZ – METZ II

Cada uma das músicas de II é um esporro, e o conjunto delas forma um rolo compressor, esmagando tudo que há pela frente. (Leia mais)

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Sonic Jesus – Neither Virtue Nor Anger

Suas 16 faixas são uma longa trip por paisagens soturnas, distantes das cores lisérgicas e das boas vibrações dos comedores de ácido sessentistas. A saturação aqui é em preto e branco e a hipnose se dá pela mistura de krautrock, pós-punk e distorções shoegaze…(Leia mais)

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Swervedriver – I Wasn’t Born To Lose You

As 10 faixas do disco trazem um pouco de tudo que o Swervedriver já fez em sua carreira, obviamente com menor agressividade que em Raise (de 1991) e menos drogas que em Mezcal head (de 1993), mas ainda com ênfase total no trabalho das guitarras e com aquele clima de road trip (a começar pela capa) que acompanha a história da banda. (Leia mais)

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Echo Lake – Era

se você busca o sumo do shoegaze/dream pop atual, fuja da revolução apregoada na web e mergulhe fundo neste hipnótico novo trabalho do Echo Lake. Afinal, como sabemos, a revolução não será televisionada. Nem compartilhada em redes sociais. (Leia mais)

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Viet Cong – Viet Cong

Independente de rótulos, este disco de estreia do Viet Cong tem uma força impressionante e, mesmo trazendo tantas referências passadas, não soa saudosista ou nostálgico, apontando sim para um futuro barulhento, desconexo e livre de padrões. (Leia mais)

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The Brian Jonestown Massacre – Musique De Film Imaginé

Há nas canções algo de barroco em meio à atmosfera hipnótica criada por Anton e cia., gerando uma trilha sonora perfeita para um filme de arte psicodélico, ora saturado, ora em tons de preto-e-branco, mas sempre – e surpreendentemente – intimista. (Leia mais)

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