The Oscillation – Wasted Space (2018)

 

Quando recebi um email da Fuzz Club falando sobre um novo disco do Oscillations, duas coisas me chamaram a atenção: 1°, o fato deles terem lançado um álbum em março último (e aparentemente, até então, manterem um intervalo regular entre um trabalho e outro); 2°, a viagem do texto que apresentava Wasted space, a tal novidade (‘Uma meditação sobre a natureza da existência em face do que podem ser probabilidades intransponíveis’, numa tradução livre).

Enfim, corri pra ouvir o disquinho de seis faixas, lógico. O último disco de Demian Castellanos e cia. é de uma ousadia ímpar, uma quebra total de parâmetros dentro do que se esperava ouvir vindo deles, então se agora a banda ‘fundiu grooves musculares com uma parede de som industrial’ o que teríamos pela frente? Um álbum espetacular, no mínimo!

Todas as viagens escritas no release da Fuzz Club são a mais pura verdade. Wasted space balança entre luzes psicodélicas e sombras estroboscópicas, é inacreditavelmente dançante e igualmente pós-punk. A jornada de Castellanos pelas muitas esferas musicais e humanas que – segundo o próprio – teve início em Monographics, de 2016, e aparentemente culminaria no insano U.E.F, de março deste ano, definitivamente não estava completa.

Um álbum feito para expandir a consciência e mostrar que não há barreiras além daquelas que nos impomos. Melhor trabalho do Oscillations até o momento, pra ouvir no repeat até fritar.

Altamente recomendado!

 

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