Beach House – 7 (2018)

 

Sétimo disco da dupla Victoria e Alex, 7 (dããã) saiu há uma semana via Sub Pop e desde então vem sendo louvado por muitos como o melhor trabalho da dupla, ou ao menos o melhor desde Teen dream, que – não, há uns que isso valha algo – foi quando fui fisgado pelo Beach House.

Enfim, se é mesmo o álbum-mais-fodão deles não sei, porque como a maioria de seus fãs e da crítica especializada, gosto de tudo que puseram no mercado desde que surgiram para o mundo em 2006. Mas que 7 é um baita trabalho, disso não há a menor dúvida.

Agora com um batera fixo tocando em todas as 11 canções do disco, Legrand e Scally chamaram para uma ‘produção informal’ o mestre Sonic Boom, e sua influência é sentida já na abertura do pacote com “Dark spring”. É como se a aura sonhadora do duo de repente fosse infectada pela eletricidade psych de Kember.

Esses dois pontos citados acima são parte de uma ruptura – citada pelo próprio Beach House – com padrões (auto) impostos nas composições e registros de suas canções; uma espécie de quebra molecular na fórmula dos seis discos anteriores (embora eu ache que esse refresh pouco mudou na estrutura geral das faixas, que a meu ver permanecem ‘com cara’ de BH. O que é ótimo). Além disso o sombrio cenário político global é mencionado como forte influência na composição de 7, o que – ao menos por aqui – reforça a admiração à dupla.

Ouça alto em bons fones de ouvido.

 

Anúncios

Um comentário sobre “Beach House – 7 (2018)

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s