Kraftwerk – The Man-Machine (1978)

 

Apertar o play ou descer a agulha em “The robots”, faixa que abre The man-machine, é ter um vislumbre de como o Kraftwerk enxergava o futuro da música há 40 anos. Ou de como realmente seria seu futuro.

Lançado em 19 de maio de 1978, o sétimo disco dos alemães reafirma e reforça seus flertes com a música pop iniciado ‘oficialmente’ em seu antecessor, Trans-Europe express, e paralelamente à disco music mas de forma puramente eletrônica pavimenta de vez os caminhos da música de pista.

Todas as seis canções de Man-machine são guiadas pelo ritmo hipnótico de batidas 4×4, mais aceleradas ou lentas, mas sempre cadenciadas; já os timbres dos sintetizadores são absurdamente espaciais, concedendo a cada minuto do álbum um clima de ficção científica. Essa união (que a meu ver se concretiza de forma única na sequência “Spacelab” e “Metropolis”) é – assim como o punk, por exemplo – do tipo que de tempos em tempos ajuda a redefinir o rumo da cultura universal, e por isso mesmo é único.

Essencial!

 

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