Sleater-Kinney – Dig Me Out (1997)

 

Poucos discos me deixam com um sorriso tão grande estampado no rosto quanto Dig me out, terceiro trabalho das sempre prediletas da casa Sleater-Kinney. Mesmo que minha música preferida delas – na verdade uma das canções da minha vida – esteja em The hot rock, de 99, foi com esse álbum de 97 que me apaixonei por Corin, Carrie e Janet (que aliás entrou pra banda justamente aqui).

A começar pela capa, uma homenagem escancarada aos Kinks e seu The kinky kontroversy, Dig me out não tem uma vírgula, um acorde, um timbre, uma frase, absolutamente nada que precise de qualquer ajuste e/ou mudança. É energia punk em estado bruto encapsulada em 13 canções apaixonadas que tratam de temas como empoderamento feminino e sexismo, corações partidos e recomeços; é agressivo e ao mesmo tempo emotivo, rápido, urgente e – como dito logo acima – irretocável em seus 36 minutos.

Certa vez disse numa edição radiofônica do PCP que as gurias do Sleater-Kinney são o lado fofo do movimento riot grrrl, muito por conta desse disco. Ainda acho que é por aí.

Essencial!

 

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