Fever Ray – Plunge (2017)

Até onde sei – o que não significa muita coisa – os irmãos Dreijer puseram um fim à carreira do Knife, então com exceção ao registro ao vivo Live at terminal 5, a última vez que ouvimos um dos dois num álbum de estúdio foi em Shaking the habitual, de 2013. Isso até outubro do ano passado.

Porque há três meses Karin, a irmã mais velha da família, ressurgiu com seu projeto Fever Ray, que desde 2009 e seu debute homônimo não dava notícias. Vinha ao mundo então Plunge, lançado via Rabid Records (selo dos próprios irmãos) e Mute.

A primeira impressão que tive ao escutar o biscoito é a mesma que permanece hoje: um álbum um tanto mais ‘animado’ que seu antecessor, se não no conteúdo lírico, ao menos ritmicamente. Assim como o citado último disco do Knife, Plunge me soa menos gótico que as produções anteriores tanto da dupla quanto da jornada solo de Karin.

Observe que em se tratando de Fever Ray, no entanto, as aspas em ‘animado’ não são à toa. Aperte o play e entenda melhor.

Altamente recomendado!

 

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