Os Mutantes – Mutantes (1969)

Quem dedicar tempo a uma pesquisa séria sobre a psicodelia tupiniquim vai se deparar com muita coisa obscura produzida fora do eixo central que era a Tropicália. Entre o final dos anos 60 e a metade dos 70 (pra falar do período ‘original’), muitos se embrenharam pelo universo lisérgico de Barrett e cia. Mas ninguém era tão foda quanto os Mutantes em seu segundo disco, de 69.

Ninguém tinha o humor de Rita, Arnaldo e Sérgio, ninguém experimentava tanto (ácido) quanto eles, ninguém tinha um irmão como Cláudio, o quarto Mutante, responsável por tornar reais as viagens do trio – o cientista maluco que abastecia os malucos com suas criações eletrônicas; e ninguém tinha Rogério Dupat fazendo os arranjos orquestrais. Quer dizer, Gal Costa tinha, e outros contemporâneos também, mas a mágica e algo mais, só Os Mutantes.

Obviamente você não é obrigado a concordar com este pequeno texto, pode ser do contra, refutar, apontar outros álbuns, se mostrar reticente em relação a tudo. Mas, neste caso, também é óbvio que você nunca sentiu um ácido bater enquanto ouvia “Fuga n° 2”, então…aos demais, boa viagem!

Essencial!

 

 

Faixas:

Dom Quixote
Não Vá Se Perder Por Aí
Dia 36
2001
Algo Mais
Fuga nº2
Banho de Lua
Rita Lee
Mágica
Qualquer Bobagem
Caminhante Noturno

Um comentário sobre “Os Mutantes – Mutantes (1969)

  1. Pingback: Os Mutantes – Os Mutantes (1968) | PEQUENOS CLÁSSICOS PERDIDOS

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