Parte da cena conhecida como ‘Psychedelphia’, o Bardo Pond surgiu na primeira metade dos anos 90 misturando shoegaze/dream pop a psicodelias diversas (principalmente psilocibina) para criar uma música barulhenta e viajante.

Com uma porção de discos lançados por uma porção de gravadoras diferentes (da Matador à ATP Recordings), o grupo chega agora a seu 18º álbum, o homônimo Bardo pond, lançado no começo deste dezembro pela Fire Records.

No novo trabalho o sexteto da Filadélfia traz para sua zona de conforto (a barulheira espacial) um pouco de folk entorpecido. Nas faixas “Just once”, “Sleeping” e “Waynes tune”, violões se chocam às distorções de guitarra características da banda. E fica bacana a mistura.

No mais, os vocais de Isobel Sollenberger continuam bem parecidos com os da rainha Kim Gordon, e a sonoridade das 7 músicas do álbum continua muito, muito chapada.

Pra derreter os miolos.


Uma resposta a “Bardo Pond – Bardo Pond (2010)”

  1. […] três tracks, algumas diferenças notáveis em relação ao álbum homônimo de 2010. Nenhum flerte com violões, folk ou similares; o negócio aqui é barulho, barulho e […]

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