Mountains – Centralia (2013)

Os amigos Koen Holtkamp e Brendon Anderegg se conheceram ainda no ensino médio, e na virada do século – já no Art Institute de Chicago – começaram a experimentar com música sob o nome Mountains. Após gravarem dois discos independentes e se mudarem de Chicago para Nova Iorque, assinaram com o selo Thrill Jockey, que…

Future Sound Of London Live @ Groove Radio (22/01/1997)

Garry Cobain e Brian Dougans começaram a produzir como Future Sound Of London ainda no final dos anos 80, quando as raves ainda eram recém-nascidas, passaram por seu crescimento e saturação, sempre criando música fora dos padrões vigentes. Qualquer dia desses a gente põe na roda algum dos seminais álbuns que a dupla gravou nos…

Copa Do Ar – Orbs (2012)

Copa do Ar é o alias do blogueiro e músico paulista (radicado em Alagoas) Jonathan Garcia, um menino que ainda não chegou aos 20 anos mas já está em seu segundo EP (!). O primeiro, de 2010, chama-se We had enough, e o segundo, Orbs, é a bola da vez aqui no PCP. Confesso que…

Sigur Rós – Valtari (2012)

Admito que não acompanho a carreira do Sigur Rós. Ouvi o primeiro disco da banda (Von, de 97) e parei no tempo em 1999, na intensidade de Ágætis byrjun, segundo trabalho dos islandeses e pra mim um dos melhores álbuns de todos os tempos. Constatado esse fato, admito que não tenho base para comparações entre…

Orbital – Wonky (2012)

Wonky é uma palavra bastante usada desde os anos 90 para definir um sub-gênero do techno, no qual produtores como Si Begg e Neil Landstrumm, entre outros, estão inseridos. No wonky techno o lance é ‘entortar’ de alguma forma as batidas 4X4, subverter, desacelerar, enfim, sair dos padrões básicos. Wonky também é uma gíria para…

As If – At Night (2012)

O dinamarquês Kenneth Werner é o nome por trás da alcunha As If, que durante trips noturnas em sua terra natal (Bornholm, uma ilha no mar báltico) criou este que é – aparentemente – seu primeiro álbum, chamado (obviamente) At night. Não há muitas informações disponíveis (em inglês) sobre o cara. Ele selecionou as sete…

Moby – Destroyed (2011)

Minha primeira recordação de Moby vem de 1992, ano em que o produtor norte-americano estreou (com um álbum homônimo) e veio ao Brasil para tocar ao no lendário L&M Music, primeira grande festa de música eletrônica para pistas (ou rave, se preferirem) do Brasil, ao lado dos mascarados do Altern 8. E penso que a…

Wools – From Fornelo (2010)

Pela primeira vez um artista português aporta em nossas páginas. Wools é a banda de um homem só chamado Hugo Alfredo Gomes, que sozinho, em seu quarto, produziu um dos discos mais interessantes de 2010. Mas antes de chegarmos lá, um pouco de história: Hugo faz parte de um movimento de músicos portugueses independentes –…

Darkstar – North (2010)

O PCP e o dubstep não se dão muito bem. Para quem frequenta e lê o blog, isso não é novidade. Com exceção feita – até agora – a Burial, King Midas Sound, Meat Beat Manifesto (que já fazia dubstep antes do termo ser cunhado) e poucos outros, artistas como Kode 9 e cia. não…