The Future Sound Of London – Lifeforms (1994)

 

Em maio de 1994 a Astralwerks punha no mercado o terceiro disco do Future Sound Of London, Lifeforms. O hibridismo entre música para sofás e música para pistas já estava consolidado – inclusive pelos próprios Garry Cobain e Brian Dougans, que emplacaram alguns anos antes o hit “Papua New Guine” – mas aqui as coisas são diferentes. Ao menos para mim.

Apesar das experiências prévias com Orb e outros, foi com este disco do FSOL que mergulhei fundo na catarse eletrônica, que me deixei levar rumo à desorientação causada pela alta carga de efeitos hipnóticos usada pela dupla londrina em sua música.

Entre noites solitárias, escuras e insones e manhãs iluminadas e preguiçosas Lifeforms muitas vezes me serviu como combustível mental para acelerar lentamente em direção ao incontrolável fluxo da vida.

O álbum foi gravado entre 93 e 94, produzido pelo duo (enquanto finalizavam Tales of ephidrina, que lançaram sob o nome Amorphous Androgynous) e tem a participação de Robert Fripp, Talvin Singh e Toni Halliday (do Curve), mas detalhes técnicos perdem a importância quando se aperta o play, fecha-se os olhos e se adentra neste micro-universo chamado Lifeforms. Comprove.

Essencial!

 

 

Faixas:

Cascade
Ill Flower
Flak
Bird Wings
Dead Skin Cells
Lifeforms (Feat. Elizabeth Frazer)
Eggshell
Among Myselves
Domain
Spineless Jelly
Interstat
Vertical Pig
Cerebral
Life Form Ends
Vit
Omnipresence
Room 208
Elaborate Burn
Little Brother

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