OPIUM DEI – OPIUM DEI (2018)

 

‘OPIUM DEI não é uma banda, é uma seita pseudo futurista’. Assim o Cox – vocalista do seminal Giallos – anunciou no fuckbook o nascimento e a essência de seu novo projeto solo, que não é assim tão novo e nem tão projeto solo.

‘Projeto coletivo que estava na minha cabeça desde 2015, tipo uma válvula de escape artística se pá, história longa. É isso, nosso dedo na ferida desse Brasil Abstrato 2018’. Não conversei com ele pra saber mais sobre a história, mas resumindo é exatamente o que acabei de replicar aqui.

Juntando uma porção de parceiros, bases eletrônicas, samples e verborragia spoken word, Craudio fez do OPIUM DEI um espaço experimental para exposição de ideias violentamente diretas sobre o brazzziu do século XXI, este lugar distópico em que vivemos e onde a cada dia uma nova tampa de bueiro se abre pra exalar cheiro de merda.

Sem maiores e desnecessárias explanações, aumente o volume vá direto ao ponto.

“A maior tragédia humana é a própria humanidade…”

 

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