Superchunk – What A Time to Be Alive (2018)

 

Os anos passam, surgem incontáveis bandas de rock e na mesma proporção elas desaparecem ou simplesmente perdem o gás com o tempo. E enquanto tudo isso acontece, existe o Superchunk.

A banda de Chapell Hill, heróis da cena alternativa/independente desde que essa cena tomou forma, é qualquer coisa inabalável em meio a esse universo que ajudou a forjar. Seguem a mesma fórmula desde “Slack motherfucker” ou “My noise” e, putaqueopariu, acabam de tirar da cartola um disco impressionante. Quase 30 anos depois.

What a time to be alive é o Superchunk em sua melhor forma, com os dois pés no acelerador, riffs simples e certeiros e cheios de uma energia que só se vê por aí em bandas de moleques punks (são todos cinquentões). E essa força, esse ‘go for it’, é contagioso; impossível não sentir o sangue fluindo e as veias pulsando já na música que abre o disco e lhe dá nome.

Como já disse antes à respeito dos Chunks: ouví-los – e especialmente a este álbum, o melhor deles em muitos anos – é como ouvir uma banda adolescente cheia de tesão, tesão pela música e tudo que ela representa e acima de tudo pela vida. Amor define bem.

Altamente recomendado!

 

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