Interpol – El Pintor (2014)

Não gostei dos dois últimos álbuns lançados pelo Interpol antes de El pintor, que saiu em setembro do ano passado, e jurava que da cartola dos nova-iorquinos não sairia mais coelho. Talvez por gostar muito de seus primeiros trabalhos, mais crus e soturnos, escancaradamente influenciados pelo pós-punk, achei Our love to admire (2007) e Interpol (2010) muito floreados, e com a saída do baixista Carlos Dengler pensei: agora que eles descem a ladeira.

Me enganei!

El pintor é um baita disco, o melhor desde o preferidíssimo da casa Antics, de 2004.

É melancólico e intenso, sombrio, carregando novamente os genes do Interpol com aquela angústia quase palpável de seu início. Se não é tão visceral quanto Turn on the bright lights, os anos explicam e a gente releva.

Um dos mais ouvidos por aqui em 2014. Altamente recomendado!

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