The Bats – Free All The Monsters (2011)

Verdadeira instituição musical em sua terra natal, o The Bats surgiu na Nova Zelândia há distantes 30 anos, e sua história se confunde com a história do rock kiwi.

Lançando bons discos com uma certa regularidade, a banda sopra este ano as velas de aniversário – também de 30 anos – do selo Flying Nun, responsável por colocar no mercado o novo álbum do quarteto, Free all the monsters.

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A sonoridade do disco pouco ou nada difere daquela dos trabalhos anteriores do Bats. Ainda bem.
É quase como se estivéssemos de volta à 1987 e as college radios ditassem o que é bom de se ouvir.

As 12 faixas de Free all the monsters trazem arranjos simples e são construídas à base de guitarras limpas, cozinha básica e honesta – como o R.E.M em 87 – e vocais também simples e despretensiosos. E essa mistura (ainda) dá um caldo delicioso.

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Malcolm Grant, Paul Kean, Robert Scott e Kaye Woodward são a prova viva de que não é preciso grandes inovações ou invencionices para se fazer boa música pop nesses tempos efêmeros. Assim como o Yo La Tengo, por exemplo, seguem seu caminho sem se importar se são os mais vendidos ou comentados.

A palavra-chave para Free all the monsters é dignidade.

Recomendado!

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