Sleater-Kinney – No Cities To Love (2015)

São quase dez anos desde que as meninas do Sleater-Kinney se separaram, exatos dez anos desde seu ultimo disco juntas e vinte anos desde sua estreia em vinil. É um bocado de tempo pra qualquer das circunstâncias.

Quando começaram a surgir os boatos de uma reunião, eu pensei que seria algo como uma reformulação do Wild Flag ou, num dia de grande pessimismo, que elas lançariam um disco meia boca. Ledo engano, claro.

No cities to love, lançado oficialmente dia 19 de janeiro via Sub Pop, é exatamente tão passional, urgente e visceral quanto um fã poderia esperar de Carrie Brownstein, Janet Weiss e Corin Tucker.

As três, que passaram os últimos dez anos cuidando de suas vidas, nunca disseram que o Sleater-Kinney havia acabado, e sim que estavam em um recesso. Bom, após essas longas férias, chamaram John Goodmanson – que produziu 5 de seus 7 álbuns anteriores a este – para a empreitada, e o resultado são 10 faixas com tremedeira rítmica, guitarradas espasmódicas e mensagens de insurreição; pra pogar e pra dançar…como deve ser um disco do Sleater-Kinney.

Se você andou órfão do trio nos último anos, pode comemorar: elas estão de volta! Se você não as conhece, faça um favor a si e tire o atraso. No cities to love é um álbum necessário nos dias atuais.

Altamente recomendado!

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