Durante os anos 90 uma porção de bandas femininas invadiu a cena indie-alternativa-qualquer-porra dominada por marmanjos desleixados e uma das mais bacanas era o Sleater-Kinney, que durou de 94 até 2006.

E agora em 2011 Carrie Brownstein e Janet Weiss, respectivamente ex-vocalista/guitarrista e baterista do Sleater-Kinney lançam o primeiro e homônimo álbum de seu novo projeto, chamado Wild Flag.

 

 

Além de Brownstein e Weiss (também metade do sensacional duo Quasi), a banda traz Rebecca Cole (ex-The Minders) e a mítica Mary Timony (ex-Helium, entre outros tantos projetos). Com uma formação dessas, o Wild Flag está acima de qualquer suspeita, certo? Certo!

Wild flag, o disco, que saiu neste mês de setembro pela grande Merge Records, é irrepreensível (pelo menos para chegados no rock independente de 20 anos atrás); suas dez faixas condensam com precisão as guitarras, a energia e a simplicidade dos 90’s (com abertura para a psicodélica “Glass tambourine”).

O álbum é desde já um dos grandes trabalhos do ano, e ao lado da também homônima estreia do Yuck são os debutes indie (gringos) de 2011.

Altamente recomendado!


2 respostas a “Wild Flag – Wild Flag (2011)”

  1. […] a banda Girl In A Coma é representante atual da prolífica cena riot grlll dos anos 90 (Le Tigre, Sleater-Kinney, Bikini Kill, […]

  2. […] completa das meninas do Wild Flag – responsáveis por um dos melhores discos de 2011 – ao vivo na NPR Music no mega festival SXSW do mesmo […]

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